Rosa Alba explora imagens de espaços arquitetônicos que chama de
ambiências. São pequenos espaços da urbis e, ao mesmo tempo, da
existência,
não localizáveis geograficamente.
"Não
obedecem aos preceitos da perspectiva, da racionalidade e da
funcionalidade convencionais, seguindo regras marcados por uma
ênfase nas
cores e nas linhas curvas".
As obras se
originam de um processo de visualização, ligado à evocação
de imagens e
impressões vivenciadas. Uma arcada, uma escadaria, um
corredor
infinito... Tudo é traçado com determinação, de modo a
satisfazer
necessidades
interiores.
Com formação
em arquitetura e planejamento urbano e regional, e tendo
desenvolvido
trabalhos nessas áreas por décadas, Rosa tem trabalhado
com pintura
nos últimos nove anos. "Além das referências pessoais, minha
obra foi
influenciada por fontes dentre as quais se destacam impressões
da arquitetura
colonial, a visão planetária da humanidade e o Realismo
Fantástico",
diz a artista